Pensa em investir em renda variável? Confira nosso guia completo!

Qua, 22 de julho de 2020 às 16:49

Com a taxa básica de juros em patamares muito baixos, quem quer buscar uma rentabilidade um pouco maior não tem outra opção senão aceitar um pouco mais de risco em sua carteira. Por isso, diante do cenário atual, tantas pessoas estão buscando investir em renda variável.

É nele que estão boas oportunidades de ganhos. Sim, os riscos são maiores, mas o investidor pode contar com a ajuda de especialistas para gerenciar esses riscos, construindo uma carteira diversificada e balanceada de acordo com o seu perfil de investidor.

Pensando nisso, elaboramos este guia completo para explicar em detalhes como investir em renda variável. Aqui você vai entender como funciona esse mercado, no que ele difere da renda fixa, quais são os principais ativos negociados, também quais são as vantagens e os riscos que oferece. Acompanhe!

O que é renda variável?
A renda variável engloba as aplicações financeiras cujos retornos não são conhecidos previamente e não são previsíveis. Isso quer dizer que o valor do ativo varia no tempo, de uma forma que não é conhecida de antemão. É por isso que esse mercado é tido como sendo de maior risco, por exemplo, do que o de renda fixa.

Na renda variável, o investidor faz a aplicação e não sabe se vai ter lucro ou prejuízo. Contudo, é possível identificar tendências e traçar estratégias que aumentem as chances de ganho e reduzam as de perda. Só não se pode garantir que as projeções vão se materializar.

Um dos investimentos mais conhecidos de renda variável é o mercado de ações. No entanto, existem outras formas de investir, como veremos mais adiante.

Principais diferenças entre renda fixa e renda variável
Nas aplicações de renda fixa, a rentabilidade é conhecida no momento da aplicação. É por isso que esse tipo de investimento é considerado mais seguro do que a renda variável. No entanto, é importante ressaltar que a renda fixa não é 100% livre de risco.

Em primeiro lugar, existe um risco de crédito, ou seja, de o emissor daquele título não conseguir honrar o pagamento. Esse risco varia de acordo com o emissor. No caso dos títulos públicos federais do Tesouro Direto, por exemplo, em que o emissor é o governo, ele é muito baixo. Já em uma debênture, ele pode ser mais alto, dependendo da situação da companhia.

Além disso, a renda fixa pode ser prefixada ou pós-fixada. No primeiro caso, o investidor sabe exatamente qual valor ele vai receber por aquela aplicação. No segundo caso, o rendimento da aplicação está atrelado a algum índice, como a Selic ou o CDI. Assim, ela pode ser maior ou menor, dependendo da variação do índice de referência.

Outro ponto a destacar é que a rentabilidade é garantida para quem ficar com aquele investimento até o vencimento. Caso o investidor resolva vender o título antes dessa data, ele vai receber o valor pelo qual o título está sendo negociado naquele momento, podendo ter lucro ou prejuízo com essa operação.

Além disso, nem todos os títulos de renda fixa têm liquidez. Isso quer dizer que o investidor pode não conseguir se desfazer do título antes do vencimento ou ter que vendê-lo com um deságio significativo, caso queira se desfazer da aplicação antes do vencimento.

Isso não acontece, por exemplo, com o mercado de ações, em que a maioria dos papéis tem um volume grande de negociações diárias e, quando o investidor quer vender o papel, a negociação costuma ser rápida e a preço de mercado.

A seguir, Gustavo Cerbasi explica por que você deve investir em renda variável.


Quais são as formas de investir em renda variável?
A maneira mais conhecida de investir em renda variável é por meio da compra direta de ações, mas essa está longe de ser a única forma de estar nesse mercado. Veja a seguir quais são as principais.

Compra direta de ações
Aqui é o investidor quem escolhe as ações nas quais vai investir, compra ele mesmo os papéis e gerencia a sua carteira de ações. Para isso, precisa ser cliente de uma corretora de valores — que pode ser de um banco ou independente.

A compra direta de ações exige uma postura mais ativa por parte do investidor, uma vez que ele vai precisar estudar para saber quais são os papéis que vai comprar, decidir qual estratégia adotar no mercado de ações e depois monitorar a própria carteira.

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